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domingo, 16 de setembro de 2012

Jesus não foi morto




(segundo Larry, boa parte desta mensagem foi inspirada no livro "A Cruz de Cristo" de John Stott, publicado pela Editora Vida, 2002.)

Milhões de pessoas no Brasil e no mundo inteiro já assistiram o filme:  A Paixão de Cristo.
O filme é polêmico e contém cenas muito fortes mostrando como Jesus, um homem inocente foi traído, julgado, chicoteado, zombado e crucificado.

Em abril, a revista Super Interessante saiu com esta pergunta na capa:  Quem matou Jesus?

Após o filme muitas pessoas saem do cinema e perguntam: 
Por que Jesus teve que morrer brutalmente?   
Quem foi responsável pela morte de Cristo?

No Rio de Janeiro houve cartazes afirmando que os judeus não são responsáveis pela morte de Cristo. 
O que você acha? 
Quem matou Jesus? 
Vamos ver o que diz a Bíblia.

Na Bíblia aparecem vários suspeitos: 
Ø      os soldados Romanos,
Ø      Judas,
Ø      Pilatos
Ø      os sacerdotes.


1.  Será que os soldados romanos foram responsáveis pela morte de Jesus? 
Sem dúvida foi um soldado romano que cravou os pregos nas mãos e nos pés de Jesus.  Mas os soldados estavam apenas cumprindo o seu dever.  Estavam apenas obedecendo a uma ordem.
E o próprio Jesus lá da cruz orou em Lucas 23.34:
            -- Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.


2.  Se os soldados não tinham culpa será que o culpado foi Pilatos, o procurador romano que ordenou a crucificação? 
Pilatos estava convicto  da inocência de Jesus.  Pilatos disse aos principais sacerdotes: 
-- Não vejo neste homem crime algum.  Lucas 23.4

Embora Pilatos sabia que Jesus era um homem inocente, como um bom político, Pilatos também queria agradar o povo.

Pilatos fez de tudo para soltar Jesus sem ficar mal com os judeus.
Em sua primeira tentativa, Pilatos enviou Jesus ao rei Herodes para julgamento.  Mas esta tentativa não deu certo.  Herodes devolveu Jesus sem sentença.

Quando aquela tentativa não deu resultado Pilatos tentou jogar a escolha para a multidão.
Pilatos lembrou do costume de soltar um preso na época da Páscoa.
Mateus 27.15-23  15 Em toda Festa da Páscoa, Pilatos costumava soltar um dos presos, a pedido do povo.
16  Naquela ocasião estava preso um homem muito conhecido, chamado Jesus Barrabás.
17  Então, quando a multidão se reuniu, Pilatos perguntou: -Quem é que vocês querem que eu solte: Jesus Barrabás ou este Jesus, que é chamado de "o Messias"?
18  Pilatos sabia muito bem que os líderes judeus haviam entregado Jesus porque tinham inveja dele.  19  Enquanto Pilatos estava sentado no tribunal, a sua esposa lhe mandou o seguinte recado: -Não tenha nada a ver com esse homem inocente porque esta noite, num sonho, eu sofri muito por causa dele.
20  Os chefes dos sacerdotes e os líderes judeus convenceram a multidão a pedir ao governador Pilatos que soltasse Barrabás e condenasse Jesus à morte.
21  Então o Governador perguntou: -Qual dos dois vocês querem que eu solte? -Barrabás! -responderam eles.  22  Pilatos perguntou: -Que farei então com Jesus, que é chamado de "o Messias"? -Crucifica! -responderam todos.
23  Ele perguntou: -Que crime ele cometeu? Aí começaram a gritar bem alto: -Crucifica!

Pilatos tentou protestar a inocência de Jesus quando ele entregou Jesus para ser
Crucificado.  Pilatos lavou as mãos e disse para o povo em Mateus 27.24:
 -- Estou inocente do sangue deste justo ; fique o caso convosco!
E o povo todo respondeu: -- Caia sobre nós o seu sangue e sobre nossos filhos!

Para nós hoje é fácil culpar Pilatos, o político que covardemente entregou um homem inocente para ser crucificado.

Mas quantas vezes eu e você temos feito o mesmo? 
Quantas vezes olhamos e percebemos que a nossa fé é uma fé morna sem aquele compromisso que nosso Senhor exige de nós?

Às vezes, nós como Pilatos, tentamos jogar a decisão para mais alguém.
Às vezes proclamamos nosso amor por Jesus em público mas O negamos em nosso íntimo.
Pilatos sabia que Jesus era inocente, mas Pilatos se acovardou e cedeu à vontade do povo.  A voz do povo falou mais alto do que a voz de Deus.


3.  Mas foram os líderes judaicos que entregaram Jesus a Pilatos.  O próprio Jesus disse para Pilatos em João 19.11:  -- Quem me entregou a ti, maior pecado tem. 

Quando Jesus chamou Deus de Pai e se fez igual a Deus, os sacerdotes diziam que isto era blasfêmia.  Os sacerdotes diziam que Jesus era um herege.  Aos olhos dos sacerdotes, Jesus estava desviando o povo do verdadeiro caminho de Deus.

Mas Pilatos percebeu que este não era o verdadeiro motivo da raiva dos sacerdotes.
Os sacerdotes queriam acabar com Jesus porque ficaram com inveja de Jesus porque o povo gostava muito de Jesus (veja Marcos 15:10). 
Jesus havia desafiado a autoridade deles.
Para os sacerdotes, Jesus era uma ameaça.
Mas será que os sacerdotes são os culpados?

Muitas vezes nós hoje ressentimos o fato de que Jesus quer invadir nossa vida privada.
Por que este Jesus não cuida de seus próprios  negócios? 
Por que Jesus não nos deixe em paz para vivermos nossa vida do nosso jeito?
Como os sacerdotes, muitos de nós queremos eliminar Jesus de nossas vidas.


4.  Mas todos nós sabemos que quem entregou Jesus aos sacerdotes foi Judas o traidor.  Judas vendeu seu Mestre amado por 30 moedas de prata. 
Judas era o tesoureiro do grupo.  Judas tomava conta da bolsa de dinheiro e costumava tirar um pouco para ele (João 12.6)
Tudo indica que Judas foi vencido pela ganância.
Deve ser por isso que a Bíblia diz que o dinheiro é a raiz de todos os males (1 Tm 6.10).

Mas será que Judas fez pior do que eu e você?
Alguém disse que todo mundo tem o seu preço.
Quantas pessoas hoje em dia pedem um suborno. 
Quem aqui hoje já deu dinheiro para um guarda ou um funcionário público?

Jesus disse em Mateus 6.24:
“Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro.  Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro.”

Judas escolheu o dinheiro.  Muitos outros tem feito a mesma escolha.

Veja bem a seqüência:  Judas entregou Jesus aos sacerdotes e eles o entregaram a Pilatos e ele o entregou aos soldados e eles o crucificaram.

O sangue de Jesus estava nas mãos de todos eles.
Pedro, na pregação que ele fez em Atos 2.36, responsabilizou todos que estavam presentes naquele dia:
-- Este Jesus, a quem vocês crucificaram, Deus o fez Senhor e Cristo.

Nós precisamos reconhecer hoje que o sangue de Jesus está em nossas mãos.
Nós também somos culpados.

Eu e você também crucificamos Jesus.  Nós sacrificamos Jesus à nossa ganância como Judas, à nossa inveja como os sacerdotes, e a nossa ambição como Pilatos.
Você e eu não estávamos lá quando Jesus foi pregado na cruz. 
Mas, seus pecados e meus pecados levaram Jesus para aquela cruz.

Podemos tentar lavar as nossas mãos como fez Pilatos, mas o sangue deste homem inocente não sai com água e sabão.
Daí perguntamos de novo: 
-- Por que este homem inocente, que pregava o amor, teve que morrer?

A Bíblia responde em Isaías 53.5,12:  Ele foi transpassado por causa das nossas transgressões, foi esmagado por causa de nossas maldades; o castigo que nos trouxe paz estava sobre ele, e pelas suas feridas fomos curados.  Pois ele levou o pecado de muitos, e pelos transgressores intercedeu.

Não podemos e não devemos culpar os outros pela morte de Jesus. 
A verdade é que as nossas falhas e pecados nos separam do Deus que nos criou. 
Jesus Cristo, o Filho de Deus, Aquele que nunca pecou, pagou a nossa dívida e recebeu o castigo que eu e você merecíamos.

Quem foi responsável pela morte de Jesus? 
Foi Judas?  Foi Pilatos?  Os judeus?  O soldado que cravou os pregos em suas mãos?
A resposta é:  eu e você!  Jesus morreu por mim e por você.
Eu o matei!  Meus pecados o levaram a cruz.

Mas a pergunta, QUEM MATOU JESUS? não é a pergunta certa.
Melhor seria perguntar:  Por Que Jesus morreu?

Na realidade, Jesus não foi morto.  Jesus se entregou voluntariamente.
Jesus disse  -- Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas.
-- eu dou a minha vida ...  Ninguém a tira de mim, mas eu a dou por minha espontânea vontade.  João 10.11,17,18

Paulo escreveu em Romanos 5.8:              Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores.

Então, quem entregou Jesus para morrer? 
Não foi Judas pelo dinheiro; não foi Pilatos por ser covarde; não foram os sacerdotes por inveja;  foi o PAI, por AMOR!

A cruz revela a maldade humana e o grande AMOR de Deus por nós.
Hoje devemos lembrar destes DOIS FATOS:  nossos pecados e Seu Amor.

Lembre-se que Jesus te ama!  Ele morreu, mas está vivo, e quer te dar a Vida Eterna.

Se você ainda não entregou sua vida a Jesus, não demore. 
Ele te ama de verdade!
Se você já entregou sua vida a Jesus, não desista. 
Viva por Ele cada dia de sua vida.

Jesus respondeu: Eu sou o caminho, a verdade ea vida, João 14:06

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

"Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz."


 "Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte,  Pai da Eternidade, Príncipe da Paz."


 Jesus é Maravilhoso,  Seu caráter, suas atitudes, seus atos, suas obras, sua santidade demonstraram e ainda revelam a perfeição de Jesus, e tudo isto nos leva a adorá-lo.Os grandes milagres feitos revelam sua magnitude e poder, desde seu nascimento Jesus viveu e cumpriu como homem todos as exigências que se devem cumprir em meio social,cultural e espiritual, e não há ninguém como Ele, Jesus é Maravilhoso.
Jesus é Conselheiro, Jesus veio e revelou o plano de salvação, nos mostrou a vida eterna. Em todo tempo Ele nos dá a direção certa, nos aconselhando e dizendo o que fazer. Somente Ele tem as palavras de vida eterna.
Jesus é o Deus Forte, Não importa o tamanho do gigante, do problema, ou da sua necessidade, Ele é maior. Todo poder está em suas mãos, quando ninguém te ajudar, e você não sabe o que fazer, Ele estende as Suas mãos e te ajuda a caminhar ainda que seja sobre as águas, Ele não nos abandona e nos proporciona forças suficientes para prosseguir e nos da a vitoria!
Jesus é Pai da Eternidade,  eternamente Ele luta em nosso favor do seu povo, a Ele pertence o domínio pelos séculos dos séculos, a vida eterna pertence a Ele e somente através de Jesus podemos ser salvos.
Príncipe da Paz,   Apenas Jesus pode dar a verdadeira paz,  somente os que conhecem o Deus Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade pode conhecer o Príncipe da Paz, quando temos comunhão com Ele e que experimenta-mos a Paz no coração.
 Em Isaías 9:2 " O povo que andava em trevas , viu uma grande luz, e sobre os que habitavam na região da sombra da morte resplandeceu a luz." Jesus veio nos mostrar a luz, antes andávamos perdidos e sem direção,  Ele nos mostra o caminho que devemos andar, nos reconcilia ao Pai, antes Dele éramos destituídos da glória de Deus, presos sobre o pecado, mas Jesus veio para trazer perdão, o preço ele já pagou  por todos os nossos pecados, e quando confessamos com nossos lábios Jesus e andamos com Ele, Deus quando nos olha já não vê nossos pecados Ele vê Jesus, e podemos entrar no santo dos santos e adorá-lo.
  Isaías 9:4 "Porque tu quebraste o jugo da sua carga", Não sei o jugo que você tem vivido, seja o jugo dos vícios, da prostituição, da mentira, não sei o que o diabo tem coloca sobre você , Jesus quebra e te liberta, Ele vai para libertar os cativos, da visão aos cegos, chega de ser escravo Jesus te dá uma nova vida, " Eis que tudo se fez novo e nova criatura sou, Ele foi zombado, humilhado, machucado, suas mãos pregadas no madeiro, em nada murmurou por amor a você, morreu mas em Mateus 28:6 diz que Ele ressuscitou. Toma a decisão da sua vida, aceite Jesus como seu Senhor e Salvador, morra para o9 que tem te afligido e ressuscite para uma nova vida que Ele te dá hoje!

A PESSOA DO FILHO DE DEUS : É importantíssimo lembrar que a existência do Filho de Deus não teve início com o nascimento de Jesus em Belém. Já havia referências a Ele como o Filho antes mesmo dEle se tornar homem (Is 9:6; Gl 4:4). Ao profetizar o Seu nascimento, Miquéias afirmou que "as Suas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da Eternidade" (Mq 5:2) .João diz que "Ele estava no princípio, antes que qualquer coisa fosse criada" (Jo 1:1-3) .
Antes mesmo de nascer de Maria, Ele apareceu aos homens do AT como o "Anjo do Senhor" . Está claro que este não era um anjo comum, pois Ele é identificado como sendo Deus (Êx 3:1,4). Ele perdoa pecados (Êx 23:20-21) e é adorado (Js 5:13-15). Mesmo que estas passagens não digam que este Membro da Trindade era o Cristo pré-encarnado, nós podemos concluir que ambos são a mesma pessoa, pois a obra de ambos é a mesma.
Embora Cristo seja preexistente e tenha aparecido, ocasionalmente, a pessoas no AT, Ele assumiu um corpo de maneira permanente somente pela concepção no ventre de Maria. Este incomparável evento, Deus Se tornando Homem em Jesus Cristo, é chamado de encarnação. Este milagre foi profetizado centenas de anos antes (Is 7:14) e foi cumprido historicamente em Maria, em cujo ventre o poder do Espírito Santo concebeu uma criança (Mt 1:23; Lc 1:35) .Deste modo, Cristo, o Deus-Homem sem pecado, estava qualificado para Se tornar o nosso Redentor (II Co 5:21) .
Tendo nascido de mulher, Jesus Cristo era um Homem completo mas afastado do pecado (Jo 1:14).Como Homem, Ele experimentou o mesmo crescimento físico, mental, social e espiritual de qualquer outra pessoa (Lc 2:52) .Ele sofreu dor, teve fome, sede, cansaço, tentação, alegria e descanso. Por causa da Sua completa humanidade, Jesus pode ser compassivo e mostrar simpatia por nós (Hb 4:15) .
Da mesma forma que Jesus era totalmente humano, Ele era totalmente Deus, conforme os seguintes fatos podem indicar : "Ele foi chamado de Deus" (Jo 1:1; Hb 1:8); "fez coisas que somente Deus poderia fazer, como perdoar pecados" (Mc 2:7) e "criar" (Cl 1:16) ; "tinha atributos que somente Deus poderia ter, como Verdade" (Jo 14:6) e "onisciência" (Jo 2:24-25) ;"Ele mesmo afirmou a Sua igualdade com Deus" (Jo 10:30) .
Outra questão: Será que Cristo perdeu alguma coisa da Sua divindade quando Se tornou Homem (Fp 2:6-8) ? Embora exista um inescrutável mistério envolvendo esse ato de condescendência sem paralelo, podemos ter a certeza de que Cristo não perdeu nenhum dos Seus atributos de Deus, pois Ele ainda era Deus (Jo 20:28) . Ele é totalmente Deus e totalmente Homem, em união numa mesma pessoa para sempre. Mesmo hoje, sentado à direita do Pai, Ele ainda é Deus-Homem (I Tm 2:5) . O grande ato de ceder voluntariamente exercido pelo Filho de Deus no momento em que Se tornou Homem serve eternamente como modelo perfeito de humildade e amor abnegado (Fp 2:5) .




"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o governo estará sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz."
 (Imprensa Bíblica Brasileira. Isaías 9:6)

domingo, 2 de setembro de 2012

A Queda de Lúcifer


A Queda de Lúcifer

-Você pode ler a história completa de Lúcifer em Isaías 14 ;
 Ezequiel 28:13-19; e Apocalipse 12:4-12.

Por que Lúcifer se rebelou tornando-se o diabo? 
Ele cria que poderia se tornar Deus, assentar-se em Seu trono,
 a despeito do fato de que foi Cristo que o criou (ver João 1:3) 
e deu-lhe tudo, incluindo a liberdade de escolha e a posição de
 querubim chefe junto ao trono (Ezeq. 28:14 e 15) e,portanto, possuía grande autoridade.

Lúcifer era o ser criado mais exaltado no Universo. 
Ele deveria sentir gratidão e saber que Aquele que o criou 
era o Criador e não o ser criado. A criatura nunca poderá 
se tornar o criador. No entanto, foi isso o que Satanás buscou ser.
 O orgulho é cego. Assim, o pecado, que é rebelião contra Deus,
 teve suas raízes na exaltação pessoal e dependência de si mesmo. 
Lúcifer sabia que dependia de Cristo para sua vida (ver Sal. 36:9),
 no entanto sempre enfatizava o “eu”, em atitude de independência 
(a idéia aparece cinco vezes em Isa. 14:13 e 14).

A rebelião de Lúcifer não foi pública de início. 
Começou em sua mente. É aí onde iniciam todos os pecados. 
O pecado não é apenas o ato exterior, é o pensamento interior.
 Lúcifer se tornou Satanás na mente.
 Ele ponderou a respeito da posição ocupada por Cristo e passou
 a invejá-Lo. Queria tomar o trono dAquele que recebera o trono
 e passou a odiá-Lo. O ódio contra alguém é assassinato (ver I João 3:15),
 e é por isso que Deus o chamou de assassino e mentiroso desde o início (ver João 8:44). 
A inveja e o ódio de Satanás por Cristo levaram-no a lançar uma campanha de desinformação contra 
Ele entre os anjos (ver Apoc. 12:10).

As Escrituras dizem a respeito de Satanás: “Você era inculpável em seus caminhos desde o dia em que foi criado até que se achou maldade em você” (Ezeq. 28:15 e 16). A palavra hebraica para “maldade” é rekullah, que significa “comércio” ou “negócio”. Como salientou Richard Davidson: “comércio propagado” referindo-se a bens ou à maledicência. Aqui Satanás propagou a maledicência entre os anjos a respeito de Deus. A controvérsia cósmica se propagou com a maledicência, caluniando como injusto o caráter de Deus.

Satanás, de forma silenciosa e sediciosa, invadiu a paz e a alegria do Céu com o egoísmo. “Ele foi homicida desde o princípio e não se apegou à verdade, pois não há verdade nele. Quando mente, fala a sua própria língua, pois é mentiroso e pai da mentira” (João 8:44). Satanás reivindicou ser a melhor opção para governar o Céu. Sua influência permeou o paraíso como o câncer. Um terço dos anjos sucumbiram a seus enganos e lançaram sua sorte com ele (ver Apoc. 12:4).
Tristemente são proferidas as palavras: “Como você caiu dos Céus, ó estrela da manhã, filho da alvorada! Como foi atirado à Terra, você, que derrubava as nações! Você, que dizia no seu coração: Subirei aos Céus; erguerei o meu trono acima das estrelas de Deus; eu me assentarei no monte da assembléia, no ponto mais elevado do monte santo. Subirei mais alto que as mais altas nuvens; serei como o Altíssimo” (Isa. 14:12-14). Satanás queria assumir o lugar de Cristo. Desejava ser igual a Ele na posição, não no caráter. Seu desejo de poder era movido por motivos egoístas. Queria ser Deus. Não surpreende que tenha instado Cristo, no deserto, a prostar-Se e adorá-lo! (Ver Mat. 4:8 e 9).

Satanás, o príncipe deste mundo

Depois que foi expulso do Céu, Satanás colocou seu foco no planeta Terra com o fim de levar a raça humana a se rebelar contra Deus (ver Gên. 3:1-5). Satanás sabia que Deus havia dado a todas as criaturas, angelicais e humanas, a liberdade de escolha.

Foi o mau uso dessa liberdade que levou Lúcifer e seus anjos a se rebelarem e agora ele empregaria a mesma técnica com nossos primeiros pais. Adão e Eva, feitos à imagem de Deus (ver Gên. 1:26 e 27), eram seres livres. Podiam conversar com Deus, e Deus esperava que servissem e obedecessem voluntariamente e por amor. Novamente o mau uso da liberdade por parte de Adão e Eva levou-os e a toda a humanidade a serem escravos do pecado e de Satanás. Deus sabia que a liberdade era um risco, mas valia a pena correr esse terrível risco visto que no fim da história todos os seres criados escolherão livremente seguir a Cristo para sempre.

Deus advertiu Adão e Eva de que podiam morrer caso comessem do fruto proibido (ver Gên. 2:16 e 17). Mas Satanás, na forma de uma serpente, disse a Eva: “Certamente não morrerão! Deus sabe que, no dia em que dele comerem, seus olhos se abrirão, e vocês, como Deus, serão conhecedores do bem e do mal” (Gên. 3:4 e 5). Eva duvidou da palavra de seu Criador e aceitou a palavra do tentador.

Desta forma, por meio de Adão e Eva o pecado entrou no mundo, e toda a humanidade caiu presa dele e de seus efeitos (ver Rom. 5:12). Por conseguinte, Satanás pretendia ser o senhor da Terra (ver Jó 1:7).

Jesus chamou-o de “príncipe deste mundo” (João 12:31), e Paulo rotulou-o como “O deus desta era” (II Cor. 4:4). Como príncipe e deus deste mundo, Satanás reivindicou a raça humana como lhe pertencendo. Mas Cristo veio a este mundo para reconquistar o mundo perdido.

O livro de Jó apresenta-nos as “Nações Unidas” cósmicas onde Adãos de diferentes mundos vêm para o concílio cósmico. Esses representantes vêm como líderes de um mundo. Cristo criou cada um desses mundos e cada Adão (ver João 1:1-3), também chamados de “filhos de Deus” (Jó 1:6). Cada um domina sobre seu mundo, assim como foi dado a Adão e a Eva o domínio deste mundo (ver Gên. 1:26). Mas Adão e Eva perderam sua posição que, devido ao pecado, foi usurpada por Satanás. Portanto, ele compareceu ao concílio. “Num dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o Senhor, veio também Satanás entre eles” (Jó 1:6, ERAB).

No Concílio Cósmico, Cristo perguntou a Satanás: “Observaste a Meu servo Jó? Por que ninguém há na Terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus, e que se desvia do mal” (Jó 1:8, ERAB). Esta é uma prova daquele que livremente seguia a Cristo, na controvérsia cósmica. O livro de Jó revela o drama dessas perguntas, e pode-se imaginar que os anjos e habitantes de todos os mundos observavam para ver se Jó permaneceria fiel a Cristo.

Cristo permitiu que Satanás matasse e destruísse sua família e seus bens (ver Jó 1:6-20). Em vez de blasfemar contra Deus, Jó “levantou-se, rasgou o manto e rapou a cabeça. Então prostrou-se rosto em terra, em adoração, e disse: Saí nu do ventre da minha mãe, e nu partirei. O Senhor o deu, o Senhor o levou; louvado seja o nome do Senhor. Em tudo isso Jó não pecou e não culpou a Deus de coisa alguma” (Jó 1:20-22).

Em outra reunião do concílio (ver Jó 2:1 e 2), Cristo perguntou novamente a Satanás a respeito de Jó. “Pele por pele!, respondeu Satanás. Um homem dará tudo o que tem por sua vida. Estende a Tua mão e fere a sua carne e os seus ossos, e com certeza ele Te amaldiçoará na Tua face” (Jó 2:4 e 5). Novamente Cristo permitiu que Satanás provasse Jó. “Saiu, pois, Satanás da presença do Senhor e afligiu Jó com feridas terríveis, da sola dos pés ao alto da cabeça” (Jó 2:7). Em meio a tudo isso Jó permaneceu fiel a Cristo e foi por Ele felicitado (ver Jó 42:7), sendo-lhe devolvida duas vezes mais a prosperidade que tinha antes (ver Jó 42:10).

Jó é um tipo de todos os que serão salvos. Cada um testemunha ao Universo a respeito da justiça de Deus. Paulo tinha uma compreensão clara a esse respeito. O propósito de Deus era que “mediante a igreja, a multiforme sabedoria de Deus se tornasse conhecida dos poderes e autoridades nas regiões celestiais, de acordo com o Seu eterno plano que Ele realizou em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Efés. 3:10 e 11).

Portanto, a visão mundial bíblica é muito mais do que salvação humana. Ela diz respeito à controvérsia cósmica da qual a salvação dos seres humanos é apenas uma parte. É fácil para os cristãos pensarem que tudo se centraliza na Terra e, em certo sentido, isso é verdade, porque aqui é o teatro no qual a controvérsia está se desenrolando. Mas o interesse no que acontece aqui não está confinado a este mundo e Céu.

A Escritura é clara quanto ao fato de que Cristo criou os mundos (aviw/naj – aionas, plural, Hebreus 1:2, era ou mundos,2 traduzido “mundos” na tradução inglesa King James e “Universo”, na Nova Versão Internacional). Estes e os anjos não caídos vêem, com grande interesse, o andamento do conflito cósmico na Terra.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Uma criança pronta para nascer, perguntou a Deus:


 Uma criança pronta para nascer, perguntou a Deus:

- Senhor, dizem que descerei para a Terra amanhã, mas como vou viver lá, sendo assim, tão pequena e indefesa?
E Deus falou:
- Entre muitos anjos, eu escolhi um muito especial para você. Esse Anjo está lhe esperando e tomará conta de você.
A criança, curiosa, continuou:
- Mas, me diga uma coisa, Senhor, aqui no céu eu não faço nada, a não ser cantar e sorrir, o que é suficiente para que eu seja feliz...como será lá na Terra?
E Deus, pacientemente falou:
- Seu Anjo irá cantar e sorrir para você. A cada dia, 

a cada instante, você sentirá o amor do seu Anjo e será feliz.
A criança queria saber mais e perguntou:
- E como vou entender, quando falarem comigo, se eu não conheço a língua que as pessoas da Terra falam?
E Deus respondeu:
- Com muita paciência e carinho, seu Anjo vai lhe ensinar a falar.
A criança quis saber mais:
- E o que vou fazer quando eu quiser falar contigo, Senhor?
Deus disse:
- Seu Anjo vai juntar suas mãos e lhe ensinar a orar.
A criança, preocupada, perguntou também:
- Eu ouvi dizer que na Terra existem homens maus. Quem irá me proteger dos perigos?
Deus, então, respondeu:
- Seu Anjo irá defender você, mesmo arriscando sua própria vida.
A criança queria saber muito mais e falou:
- Então serei sempre triste porque não o verei mais, Senhor!
Deus disse:
- Seu Anjo sempre irá lhe falar de Mim. Vai lhe ensinar a maneira de vir a Mim. E Eu, sempre estarei dentro de você!
Nesse momento, havia muita paz no Céu, mas, as vozes da
Terra já começavam a ser ouvidas.
A criança, apressada, pediu carinhosamente a Deus:
- Oh, Deus! Se eu este é o momento de ir para a Terra, por favor, me diga...qual o nome do meu Anjo?
E Deus respondeu:
- Você chamará o seu Anjo de: MÃE !


LIÇÃO DE VIDA:

Deus deu às mães o poder máximo de um ser humano: gerar a vida.

ELE sabe que as mães são verdadeiros Anjos.

Elas se fazem presentes em cada pedacinho de nossas vidas;

- orientando, ensinando, protegendo, amando...

terça-feira, 7 de agosto de 2012

O Espírito do Senhor é sobre mim


" O Espírito do Senhor é sobre mim, Pois que me ungiu para evangelizar os pobres.
 Enviou-me a curar os quebrantados do coração,A pregar liberdade aos cativos, E restauração da vista aos cegos, A pôr em liberdade os oprimidos, A anunciar o ano aceitável do Senhor.  "
                                                  Lucas 4:18-19

sábado, 14 de julho de 2012

Tocando a alma para curar o corpo





Texto: Mc 1.40-42 


Textos Complementares: Lc 19.10; Mt 9.36; Mt 14.14; Lc 10.33; Lc 15.20.


Versículo Para Memorizar: “Jesus ficou com muita pena dele, pôs a mão sobre ele e disse: Sim, eu quero. Você está curado”. (Mc 1.41).


Introdução: A lepra era uma doença terrível nos tempos bíblicos. Não somente por causa do sofrimento físico, mas pela agonia emocional que seu portador experimentava, tendo que se afastar da sociedade para viver isoladamente. A alma do leproso, geralmente, era mais enferma do que o seu corpo. Sua solidão o deixava em estado de permanente tristeza. Jesus sabia, portanto, que a cura daquele homem devia se processar, primeiro, em sua alma, para depois se manifestar em seu corpo. Vejamos como Ele lidou com este problema.


1 – Jesus Desejou Curá-lo – É óbvio que Jesus desejou curar aquele homem, como curou a muitas outras pessoas. Veja que o doente se aproximou d´Ele implorando que algo se fizesse a seu favor, mas como uma certa dose de desconfiança. Talvez ele pensasse na possibilidade de estar diante de mais um que não desejasse fazer-lhe qualquer coisa, como a grande maioria que o via todos os dias.


A coisa mais comum na vida de um leproso era se deparar com pessoas que queriam mais estar longe dele, do que prontas a ajudá-lo. Muitos, quando viam se aproximar alguém com uma doença assim gritavam em voz alta, dizendo: “um leproso!!!”, “um leproso!!!” e, em seguida, atiravam pedras para mantê-las à distância. Por essa razão, ele disse: Se quiseres...”


Mas Jesus queria curá-lo. Glória a Deus!!!


Isso demonstra que não há barreiras criadas pelo homem, que o amor divino não esteja disposto a derrubar. Ele veio realmente buscar e salvar o que se havia perdido (Lc 19.10).


2 – Jesus se Compadeceu Dele – O que a alma daquele homem mais precisava naquele momento, não era de pessoas que gritassem desesperadamente: “leproso!!! ... leproso!!! ... leproso!!!”. Muito menos de pedras que o colocassem mais adiante ainda dos outros. Ele precisava de alguém que simplesmente o amasse. Não queria mais ser conhecido como “o leproso”, mas como alguém “limpo”.


Jesus se compadeceu dele, vendo sua agonia e o intenso desejo de ser diferente do que era.


Muitos hoje, também não querem mais ser conhecidos com o título de “drogados”, “viciados”, “bêbados”, “prostitutas”. Eles querem apenas conhecer alguém que se compadeça do triste estado em que se encontram, e que faça algo para mudar a sua realidade de vida.


A compaixão de Jesus sempre moveu a mão de Deus para coisas tremendas (Mt 9.36; Mt 14.14; Lc 10.33; Lc 15.20). e no caso do leproso, não foi diferente.


3 – Jesus o Tocou – Um toque de cura. O leproso recebeu um toque cheio de graça, de unção, de compaixão e de misericórdia. Jesus o tocou como há muito tempo ele não era tocado. Desta vez não foi o toque das pedras ou pedaços de pau. Foi um toque de amor no físico, profundo o suficiente para alcançar sua alma ferida, e seu espírito morto.


O toque físico curou-o da sua horrível lepra. O da alma libertou-o da rejeição sofrida durante todos os anos da sua vida. O toque do espírito fez dele um novo homem de coração limpo. Tão limpo se tornou, a ponto de desejar ardentemente anunciar por toda parte o que Jesus havia feito por ele.


Quando o Senhor o tocou, todos os anos em que estivera confinado ao seu mundo solitário, chegaram ao fim. Ele estava livre da doença física, bem como da enfermidade da alma. Por isso desejava estar na companhia das outras pessoas, anunciando as verdades do Evangelho, sem impedimento algum.


Conclusão – Jesus precisou demonstrar àquele leproso que o maior desejo do Seu coração era o de curá-lo e libertá-lo daquele mal. Tocando em seu corpo, sem preconceito e sem medo de contaminação, pôde mostrar-lhe o quanto o amava e estava interessado nele. Depois de abrir o coração para o grande amor divino, o homem saiu daquela experiência totalmente curado, em todos os níveis de sua vida.


Aplicação – Não importa o tipo de doença que você tenha ou pecado que haja cometido. Jesus deseja perdoá-lo e curá-lo agora mesmo. Creia que neste exato momento Ele está se dirigindo a você para tocar sua alma e seu corpo, trazendo toda cura que você necessita.
  

domingo, 24 de junho de 2012

Em Que Crêem as Testemunhas de Jeová?




É claro que, em algumas áreas, as testemunhas de Jeová acreditam no mesmo que os cristãos ortodoxos. Por exemplo, rejeitam como pecado o sexo fora do casamento; aceitam o criacionismo bíblico que se opõe à teoria da evolução; e acreditam que a Bíblia é a palavra inspirada de Deus. Mas, em muitas outras áreas, suas doutrinas as colocam à parte e as marcam como praticantes de um culto pseudocristão - particularmente os ensinamentos da seita sobre as seguintes questões: 

Armagedom: Deus vai em breve travar guerra contra a humanidade, destruindo todos sobre a terra, exceto as testemunhas de Jeová. As igrejas cristãs, dizem, serão as primeiras a sofrer destruição. 

Aniversários: Celebrar o dia do nascimento, de qualquer forma, é expressamente proibido. Até mesmo enviar um cartão de aniversário pode provocar uma ação imediata contra o ofensor determinada por um "Comitê Judicial" oficial. A punição é a "desassociação" (veja abaixo). 

Transfusão de sangue: Na prática, do ponto de vista das testemunhas de Jeová, aceitar transfusão de sangue é um pecado mais sério do que o roubo ou o adultério. Ladrões e adúlteros são mais rapidamente perdoados pelos comitês judiciais da Torre de Vigia do que aqueles culpados de aceitar sangue. Uma testemunha de Jeová deve recusar sangue em toda e qualquer circunstância, mesmo quando esteja certa de que esta recusa resultará na morte. A organização também requer que os adultos recusem transfusões para seus filhos menores.

Cristianismo: Exceto por poucos e esparsos indivíduos que mantiveram a fé, o verdadeiro cristianismo desapareceu da terra logo após a morte dos doze apóstolos - de acordo com as testemunhas de Jeová. E não foi restaurado até que Charles Taze Russell fundou a sociedade Torre de Vigia no final da década de 1870. Quando Cristo voltou invisivelmente em 1914, encontrou o grupo de Russell fazendo o trabalho dos "servos sábios e fiéis" (Mat. 24:45) e os nomeou sobre todas as suas posses. Todas as outras igrejas e cristãos professos são, na verdade, instrumentos do diabo. 

A Volta de Cristo: O Senhor voltou invisivelmente no ano de 1914 e tem estado presente desde então, governando como Rei através da Sociedade Torre de Vigia. Referências à segunda "volta" são traduzidas como "presença" na Bíblia das Testemunhas de Jeová. A geração daqueles que testemunharam a volta invisível de Cristo em 1914 não vai morrer antes que venha o Armagedom (veja Mat. 24:34). 

Cronologia: As testemunhas de Jeová acreditam que Deus tem um preciso cronograma para todos os acontecimentos passados e futuros, que estão unidos por simples fórmula matemática e são revelados à humanidade através da Sociedade Torre de Vigia. Os sete "dias" da criação em Gênesis tiveram a extensão de sete mil anos cada um, totalizando uma semana de quarenta e nove mil anos. Deus criou Adão no ano 4026 a.C. A criação de Eva pouco tempo depois marcou o fim do sexto dia da criação e o início do sétimo. Dessa forma, nós estamos agora aproximadamente no ano seis mil de um período de sete mil anos - o que significa que o Armagedom logo colocará um fim no governo humano que durou seis mil anos, abrindo o caminho para uma espécie de sábado - um período de mil anos de reinado de Cristo. Baseados nessa cronologia a organização das Testemunhas de Jeová promulgou um número de profecias específicas do final dos tempos.

Cruz: Segundo as testemunhas de Jeová, a cruz é um símbolo religioso pagão adotado pela igreja quando Satanás, o demônio, assumiu o controle da autoridade eclesiástica. A cruz não teve nada a ver com a morte de Jesus, já que as testemunhas de Jeová sustentam que ele foi pregado em um poste ereto e sem trave horizontal. As testemunhas de Jeová abominam a cruz e espera-se que os novos convertidos destruam quaisquer cruzes que possam ter, ao invés de simplesmente se disporem delas.

Deidade: Somente o Pai é Deus, e seus verdadeiros adoradores devem chamá-lo pelo nome de Jeová. As testemunhas de Jeová aprendem que Jesus Cristo foi meramente a manifestação do arcanjo Miguel em forma humana - não Deus, mas um mero ser criado. O Espírito Santo é apresentado não como Deus nem como uma pessoa, mas como uma "força ativa".

Desassociação: Esta é a punição para qualquer infração aos regulamentos da Sociedade Torre de Vigia. Ela consiste num decreto público, anunciado em audiência em um Salão do Reino e proibindo toda associação ou comunhão com o ofensor. As outras testemunhas de Jeová são proibidas até mesmo de cumprimentá-lo caso se encontrem com o ofensor na rua. As únicas exceções dizem respeito aos membros da família do ofensor. Eles podem conduzir "negócios necessários" com a pessoa desassociada, e aos anciãos que podem falar com ela, caso esta os aborde penitentemente em busca de reconciliação.

Céu: Apenas 144 mil indivíduos vão para o céu. Esse "pequeno rebanho" começou com os doze apóstolos, o número foi completado no ano de 1935. Aproximadamente nove mil anciãos das Testemunhas de Jeová são o remanescente na terra hoje, dos que irão para o céu. O restante das testemunhas de Jeová espera viver na terra para sempre.

Inferno: Segundo a diretriz de seu fundador, Charles T. Russell, a Sociedade Torre de Vigia ainda ensina que o hades é meramente a sepultura, que o fogo do Geena desintegra instantaneamente suas vítimas, transformando-as em nada, e que não há existência consciente para os mortos até o tempo de sua ressurreição corpórea. 

Dias Santos: A celebração de qualquer "dia santo mundano" é expressamente proibida para as testemunhas de Jeová. Essa proibição se aplica aos dias patrióticos, Dia dos Namorados, Dia dos Mortos, Natal, Páscoa, Ano-Novo, Dia de Ação de Graças, Sexta Feira Santa e assim por diante - até mesmo o Dia das Mães e o Dia dos Pais são proibidos! Mesmo que uma "origem pagã" não possa ser descoberta como base para banir a observância de certa data comemorativa, o simples fato de que as "pessoas do mundo" celebram essas datas é razão suficiente para que as testemunhas de Jeová não as celebrem.

Espírito Santo: O Espírito Santo não é nem Deus nem uma pessoa, segundo os ensinamentos da Torre de Vigia. É simplesmente uma "força atuante" impessoal que Deus usa para fazer a sua vontade. 

Esperança: As testemunhas de Jeová acreditam que Deus parou de chamar cristãos para a esperança celestial em 1935. Desde então, ele tem oferecido às pessoas a oportunidade de viver eternamente na terra. ("Milhões que agora vivem jamais morrerão" - é um slogan familiar das testemunhas de Jeová.) Deus vai destruir todas as outras pessoas no planeta, deixando apenas as testemunhas de Jeová, e ele vai restaurar o paraíso do Jardim do Éden em todo o mundo.

Jesus Cristo: Na teologia da Torre de Vigia, Jesus Cristo é um mero anjo - o primeiro criado por Deus, quando começou a criar os anjos. As testemunhas de Jeová identificam Cristo como Miguel, o arcanjo, embora elas chamem Jesus "o Filho do Homem" - "porque a primeira pessoa espiritual criada por Deus era para ele como um filho primogênito". (Livrete da Torre de Vigia, Enjoy Life on Earth Forever! [Goze a Vida na Terra Para Sempre!], p. 14, 1982). Elas também o chamam de "o deus", e traduzem João 1:1 de acordo com essa idéia em suas Bíblias. 

A Organização: As testemunhas de Jeová acreditam que Deus estabeleceu a sociedade Torre de Vigia como seu canal de comunicação para reunir aqueles, dentre toda a humanidade, que serão salvos. Como agência visível do reino de Deus na terra, essa organização exerce plena autoridade governamental sobre seus seguidores - ela promulga leis, julga os violadores, dirige as escolas do reino e assim por diante - paralelamente ao governo secular. Se existir qualquer conflito entre a organização e o governo secular, é a organização que deve ser obedecida. (Na mente das testemunhas de Jeová, mas o certo é "Importa antes obedecer a Deus que aos homens" At.5:29.)

Ressurreição: A respeito de Cristo, as testemunhas de Jeová acreditam que ele se tornou não existente quando morreu, e que foi levantado três dias depois como um "espírito" - um anjo. Elas negam a sua ressurreição carnal. Segundo seus ensinamentos de que Cristo retornou invisivelmente em 1914, as testemunhas de Jeová acreditam que ele levantou os cristãos já mortos para a vida espiritual logo após, e que o resto dos mortos vai ressuscitar corporeamente durante o milênio -período de mil anos de reinado de Deus. 

Salvação: Embora da boca para fora elas preguem a salvação pela fé em Cristo, as testemunhas de Jeová, na verdade, acreditam que a salvação é impossível de ser conseguida sem a completa obediência à Sociedade Torre de Vigia e a participação vigorosa em seus programas de trabalho. Cada testemunha de Jeová que não é suficientemente zelosa pela organização pode não sobreviver ao Armagedom, e aqueles que não abrem seu próprio caminho para o paraíso terrestre devem manter as boas obras durante todo o reinado milenar de Cristo antes que sejam selados para a vida.



Doutrinas das Testemunhas de Jeová 


Sua igreja é auto-proclamada profeta de Deus, The Watchtower, April 1, 1972, p. 197. 


Eles alegam ser o único caminho para o Deus verdadeiro, The Watchtower, Feb. 15, 1981, p. 19. 


O Espírito Santo é uma força ativa impessoal de Deus, The Watchtower, June 1, 1952, p. 24. 


Somente os membros da sua igreja serão salvos, The Watchtower, Feb, 15, 1979, p. 30. 


Jesus foi um anjo que se tornou um homem, The Watchtower, May 15, 1963, p. 307. 


Jesus foi o único homem perfeito, mas não Deus em carne, Reasoning from the Scriptures, 1985, pp. 306. 


Jesus não voltou da morte em seu corpo físico, Awake! July 22, 1973, p. 4.


Jesus foi ressucitado "não como criatura humana, mas um espírito." Let God be True, p. 276. 


Jesus não morreu em uma cruz mas em um poste, Reasoning from the Scriptures, 1985, pp. 89-90. 


Jesus returnou à terra, invisivelmente, em 1914, The Truth Shall Make You Free, p. 300. 


A Trindade não existe, Let God be True, p. 101-100. 


O Espírito Santo é uma força, não viva, Reasoning from the Scriptures, 1985, pp. 406-407. 


Boas obras são necessárias para a salvação, Studies in the Scriptures, Vol. 1, pp. 150, 152. 


A alma cessa sua existência na morte, Let God be True, p. 59, 60, 67. 


Não existe inferno de fogo onde os condenados serão punidos, Let God be True, p. 79, 80. 


Somente 144.000 Testemunhas de Jeová irão para o céu, Reasoning from the Scriptures, 1985, pp. 166-167, 361; Let God be True, p. 121. 


Transfusão de sangue é pecado, Reasoning from the Scriptures, 1985, pp. 72-73. 


A cruz é um símbolo pagão e não deve ser usada, Reasoning from the Scriptures, 1985, pp. 90-92. 


A salvação é pela fé e pelo que você fizer, Studies in the Scriptures, Vol. 1, p. 150,152. 


É possível perder a sua salvação, Reasoning from the Scriptures, 1985, pp. 358-359. 


Eles também rejeitam o voto, saudar a bandeira, cantar os hinos nacionais ou celebrar o Natal e aniversários. Também recusam-se a servir às forças armadas. 





As Testemunhas de Jeová Refutadas Versículo por Versículo - 
David A. Reed

sexta-feira, 1 de junho de 2012

O que é Diaconato?




 

A enormidade do trabalho diaconal deve ser valorizada e honrada pelos pastores e toda a liderança da igreja, tanto em nível local, regional, estadual ou nacional. É uma verdadeira jóia nas mãos do Senhor. Mas é necessário que o diácono tenha uma vida exemplar, que dê bom testemunho dentro e fora da igreja, que esteja na mesma visão do pastor, que seja dizimista e tenha uma vida com Deus, além de ter o nome limpo e ser aluno assíduo da Escola Bíblica Quadrangular.

 

 

Responsabilidades

I Timóteo 3:8-13 nos ensina que as qualificações espirituais do diaconato não são diferentes das dos pastores. Existem responsabilidades diárias, como a postura, a preocupação com a aparência e a expressão fisionômica. O diácono é a primeira impressão em uma igreja e o cartão de visita de qualquer diaconato. Além disso, o diácono deve estar sempre atento ao que está acontecendo, pois a desatenção é um prato cheio para intervenções espirituais malignas, o que pode causar grandes estragos em cultos. Enfim, o diácono deve estar pronto para tudo, desde a participação em reuniões de oração e consagração, até a vigilância na manutenção da igreja (limpeza e ordem nos cultos) e a obrigação de manejar bem a Palavra de Deus.

Estatuto


1. O que é Diaconato?

O Diaconato é um ministério de leigos formado por homens e mulheres que, aos moldes bíblicos, se dispõem ao serviço auxiliador e apoiador material e espiritual na igreja local.

É um grupo de elite, posto que, para participar dele, a pessoa precisa ser “escolhida” a dedo, com base em sua espiritualidade e boa reputação moral e espiritual, para estar fielmente ao lado de seu pastor e líder espiritual, bem como dos membros da igreja.

Na igreja local, o cuidado para que o corpo diaconal faça um trabalho lado a lado com seu pastor é da maior importância, porque retrata que o primeiro está afinado com a Palavra e com o pensamento geral de que diaconato é serviço, amor e carinho ao Senhor.

A enormidade do trabalho diaconal deve ser valorizada e honrada pelos pastores e toda a liderança da Igreja, tanto em nível local, regional, estadual e nacional. É uma verdadeira jóia nas mãos do Senhor.

2. Corpo Diaconal

É constituído de pessoas voluntárias, denominadas diáconos e diaconisas, que se oferecem ao trabalho do Senhor no seio da comunidade local, dando seu tempo, talentos e espiritualidade, contribuindo para o bom andamento da igreja.

3. Funções

Na igreja local, o Diaconato tem uma série de funções a cumprir:

• É o primeiro a chegar à igreja para preparar todos os detalhes do culto que está por começar. Recomenda-se, no mínimo, uma hora de antecedência;

• Zelar pelo patrimônio da igreja local;

• Cuidar do patrimônio da membresia (objetos, pertences e carros que ficam na rua durante os cultos);

• Fazer a recepção dos irmãos;

• Organizar o auditório (dirige as pessoas aos assentos vagos);

• Preparar o altar;

• Coletar ofertas;

• Auxiliar na contagem das ofertas e devido registro em formulários próprios;

• Atuar no serviço da Santa Ceia do Senhor (organização antecipada e distribuição);

• Assessorar em momentos de orações libertadoras (expulsão de demônios);

• Visitar hospitais e outros ambientes onde se pode evangelizar pelo amor, carinho e, sobretudo, pela oração em favor dos que sofrem.

4 – Diretoria

O Diaconato Quadrangular tem uma estrutura administrativa baseada na legalidade do Estatuto da IEQ.

É dirigido por um (a) diretor (a) eleito (a) em assembléia geral anual ou escolhido (a) e nomeado (a) pelo pastor titular da igreja local. Esse (a) diretor (a), além de suas funções à frente do corpo diaconal propriamente dito, também tem assento nas reuniões do CDL, podendo usar da palavra e votar todas as matérias inerentes ao que se discute em prol da igreja local.

Não tem uma diretoria formal, mas orienta-se todos os diretores locais, coordenadores regionais e estaduais que tenham sempre um grupo de líderes para auxiliá-los, especialmente nas questões administrativas.

5 – Departamentos

Não há departamentos oficialmente constituídos no Diaconato. O que existe são atividades de recepção, visitação, assistência social, ornamentação, evangelismo, intercessão, segurança, confraternizações, teatro, coreografia, assistência ao púlpito e apoio administrativo.

6 – Atuação

6.1 – Em Nível Local

O Diaconato realiza reuniões de oração, planejamento, boa recepção de visitantes e membros da igreja local, confraternização, cultivo espiritual, visitação a hospitais e outros.

6.2 – Atividades Externas

Congressos oficiais tanto nacionais como estaduais e regionais, encontros inter-regionais, estaduais e nacionais, simpósios e outras atividades convocadas por autoridade superior, dentro da hierarquia do Diaconato.

6.2.1 – Congresso Nacional

Estatutariamente falando, é sempre proveitoso lembrar que, nos anos ímpares, só podem ser realizados congressos nacionais e não estaduais ou distritais. Se isso ocorrer, o fluxo de informações e a formação dentro de um só padrão serão prejudicados, correndo o risco de o Diaconato estadual ou regional se sentir fora da globalidade da Igreja, como, infelizmente, tem acontecido em algumas partes do País.

É também proveitoso lembrar que, nos anos de congressos nacionais, não se deve, sob qualquer hipótese, maquiar congressos estaduais com nomes do tipo: workshops, oficinas, simpósios, seminários, etc. Tal prática pode esvaziar os congressos nacionais com propósitos oficiais e orientações que devem nortear a Igreja como um todo.

6.2.2 – Congresso Estadual

Nos anos pares, é a vez da realização dos congressos estaduais. Nessa oportunidade, são reforçadas as determinações da coordenadoria nacional de maneira mais detalhada e voltada às regiões distantes. Esse encontro facilita a compreensão de tudo o que deve acontecer.

7 – Coordenadorias

7.1 – Coordenadoria Nacional

A coordenadoria nacional administra o Diaconato em todo Brasil, providenciando suporte para que o mesmo cresça. Seu principal objetivo é formalizar estratégias de trabalho e assessorar o Corpo Diaconal das igrejas locais.

O coordenador nacional é diretamente nomeado pelo CND.

Não existe um tempo limite estipulado para sua gestão, porém, sua nomeação é renovada anualmente.

7.2 – Coordenadoria Estadual

A coordenadoria estadual realiza o mesmo trabalho da coordenadoria nacional em âmbito estadual. Seu principal objetivo é reunir os coordenadores regionais e orientá-los em suas atribuições, na formação dos Diaconatos, treinamento e planejamento para o crescimento do Corpo Diaconal.

O coordenador estadual é apresentado pelo Conselho Estadual de Diretores e nomeado pelo coordenador nacional.

O período recomendado para sua permanência no cargo é de 3 anos consecutivos.

7.3 – Coordenadoria Regional

A coordenadoria regional é o elo entre o diaconato local e a coordenadoria estadual. É ela quem tem contato direto com os diretores locais. Sua principal tarefa é motivar o Diaconato da região, reuni-lo para planejamento de metas e fornecer o máximo possível de ajuda para o trabalho.

O coordenador regional é indicado pelo superintendente ou diretor de campo e credenciado pelo coordenador estadual.

É nomeado anualmente, porém, a critério do superintendente ou diretor de campo, pode ter sua nomeação renovada.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

A Arte de derrubar Gigantes



Componentes desta história:
Golias – Um duelista, um profissional da guerra. Alguém extremamente forte. Sua armadura pesava uns 50 kg; e a ponta de sua lança uns 6 kg. Sua arrogância e desprezo pelos adversários eram marcas pessoais.


Saul – Rei de Israel. Homem que tinha sido ungido por Samuel e vinha caminhando a largos passos em direção a ruína.


Davi – Aquele que podemos definir como “a menina dos olhos de Deus”, foi um dos maiores vultos de todos os tempos. Contribuiu grandemente para a história de Israel, tanto política como espiritual. Pastor, músico, poeta, escritor de salmos, escudeiro, guerreiro valente e rei. Aqui, inicia-se sua vida pública. Não tinha mais do que 20 anos de idade, quando se vê diante de um dos maiores desafios de sua vida, derrubar um gigante!


Você já se deu conta que na vida nós enfrentamos gigantes desde muito cedo? Quem sabe você chegou aqui vivendo situações gigantescas na sua vida? Hoje você aprenderá passos práticos que o ajudarão a ter uma vida vitoriosa.


Bom… vamos examinar o contexto histórico da batalha:


Contexto Histórico:
- Inimigos e terríveis adversários de Israel.


- A história das lutas entre Israel e Filisteus.


Pontos a considerar:
1. Medo do Gigante.
- Algumas considerações sobre gigantes:
a) Gigantes nos amedrontam e assustam.


b) Gigantes são fatores que comumente imprimem em nossos corações a fia compreensão de que não passamos de meros gafanhotos.




Obs: Adolescentes muitas vezes são tomados por essa síndrome. Ex: sou feio, desajeitado, etc.


“O medo é o inicio da derrota”. (anônimo)


2. Incredulidade.
“Ora sem fé é impossível agradar a Deus.”




Confrontar: as atitudes dos espias: Josué e Calebe: Eia, subamos em nome do Senhor!!!


3. adiar o inadiável.


Ciclo da desesperança!


Atitudes de Davi:
1- Coragem e intrepidez.


2- Assumir a responsabilidade, ou seja, a responsabilidade é minha, não posso transfira-la a outro.


3- Fé – Deus já tinha estado com ele em situação similares onde fora obrigado a enfrentar inimigos maiores do que ele.


“fé é crer no que não vemos, e a recompensa dessa fé é ver o que cremos.” Agostinho


4- Ir contra os gigantes na força do nome de Senhor.


5- Ouvir a Deus e não gigantes.


6- Confiança exclusiva no Senhor.


7- Não ficar no meio do caminho. Correr, pegar da espada e cortar a cabeça do Gigante.


Talvez o seu gigante seja um pecado: Lembre-se corra pegue da espada e corte a cabeça do Gigante.

Derrubando definitivamente nossos Gigantes






É fato que todos os dias enfrentamos esses gigantes, cada vez mais treinados, cada vez mais fortes e nos dando cada vez menos a oportunidade de vencê-los. Nossos gigantes vêm com cara de desemprego, relacionamentos maus resolvidos, uma oportunidade perdida em um vestibular, brigas no casamento, vícios e pecados que insistem em bater em nossa porta; o apóstolo Paulo em sua carta aos Romanos capitulo 7 versículo 19 diz “Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que eu não quero, esse eu faço”entre outros muitos gigantes que enfrentamos, ninguém sabe ao certo com qual cara virá nosso gigante, mas o que todos sabemos é que eles sempre aparecem, e as vezes nos momentos mais felizes da nossa vida, estragando nossa festa, tirando nossa paz e o nosso sono.


I Samuel 17: 41 a 51


Nós conhecemos a voz de nossos gigantes, mas será que ela é tudo o que temos ouvido? Davi viu e ouviu mas ao invés de olhar a situação com os olhos da maioria Davi coloca em pauta um assunto importante: Ninguém havia lembrado de Deus, no capitulo 17 versículo 26 Davi lembra que é filho de Deus e quem o afronta, afronta seu Deus. No livro de Genesis 12:3 Deus fala a Abrão, “Abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem.” Você tem noção do beneficio e da imensa responsabilidade que temos de sermos feitos filhos de Deus (João 1:12). Às vezes agimos exatamente como os soldados e todo o povo de Israel diante de Golias, por causa do nosso pecado, ou das nossas debilidades pensamos que Deus simplesmente nos abandonou, e isso é normal, mas assim como Davi quero ser um mensageiro do Rei na sua vida e lembrar-te que não importa o que aconteça, Deus nunca te abandonará, nem mesmo quando você falhar, Ele estabeleceu um pacto eterno contigo que não pode ser quebrado ( Romanos 8:35) “Quem nos separará do amor de Cristo…”


O povo se concentrou na força de Golias, Davi se concentrou na força de Deus e isso fez dele um campeão. Ninguém mais fala sobre Deus, Davi não fala em outra coisa que não seja Deus.
CONCENTRE-SE NO GIGANTE E VOCE TROPEÇARÁ, CONCENTRE-SE EM DEUS E SEUS GIGANTES TROPEÇARÃO.
Há quanto tempo seu Golias te persegue? Os familiares de Golias era inimigos antigos dos israelitas, Josué os expulsou da terra prometida trezentos anos antes desse evento. Provavelmente os soldados de Saul quando viram Golias murmuraram: “De novo não. Meu pai lutou contra o pai dele, meu avô lutou contra o avô dele”. Talvez você já tenha resmungado coisa semelhante “estou ficando viciado em trabalho como o meu pai”, “o divorcio persegue toda minha arvore genealógica, será que isso nunca vai parar?”. Então você vê Golias o valentão ele perseguiu seus antepassados e agora surge diante de você, ele esta a sua espera de manhã e vem sempre atormentá-lo à noite.


São nesses momentos que achamos que Deus simplesmente nos abandonou. Então Deus envia Davi pra avisar que nem tudo esta perdido. Deus envia Jesus para derrubar o gigante do descaso, humilhação, morte física e espiritual, e principalmente o pecado que nos afastava de Deus, para dizer que nem tudo está perdido. Existem algumas verdades que eu não me canso de dizer, e que satanás se perturba ao ouvir, que o sangue de Jesus nos purifica de todo pecado, que o véus foi rasgado e temos acesso a Deus, que somos mais do que vencedores por aquele que nos amou; e essas verdades nos desafiam a crer que por maior que seja Golias, não pode alcançar a grandeza do nosso Deus.
Davi não era bobo, ele vê o gigante, mas como um especialista em Deus ele vê a Deus com muito mais nitidez. Ele vê os exércitos de anjos ao redor dele lhe dando cobertura e as mão de Deus postas sobre ele, por isso foi correndo em direção ao filisteu.


O que você vê? Lembre-se que o que vemos em relação aos problemas da vida determina nosso futuro, se enxergarmos mais o problema então ele se tornara insuperável, porem se enxergarmos nosso problema como uma oportunidade para Deus, então não haverá problemas que não superaremos e venceremos pelo poder de Cristo em nós. Faça Deus aumentar e o Golias diminuir, não dê demasiada importância ao gigante, e nem uma mínima importância ao seu Deus.


Agora, alguém assim como eu deve se perguntar: – O que será que Deus viu em Davi? Com o mesmo olhar que perturbou Golias, cobiçou Bet-Seba, desafiou os escarnecedores de Deus no vale, mas se juntou a eles no deserto, em um dia era um escoteiro condecorado, e no outro se juntava com mafiosos. Nos bons momentos de Davi ninguém foi melhor, nos seus piores momentos ninguém foi pior. O coração que Deus amava era um coração cheio de altos e baixos.


É interessante ver que quando se trata de aconselhar outros somos os mestres da fé, quando esses gigantes nos atormentam.


“Você esta 4 vezes mais propenso a descrever a força de Deus do que a descrever as exigências de seu dia? Sua lista de bênçãos é 4 vezes mais longa do que sua lista de reclamação? Você pensa 4 vezes mais na graça de Deus no que na sua culpa?” Max Lucado.


Sempre que enfrentarmos nossos gigantes com nossas espadas e nossa valentia teremos menos chances de vencer, mas quando confiamos na força e no controle de Deus temos chances nulas de perder.
Em II Coríntios 10:4 diz “Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para a destruição de fortalezas” Muitas vezes são fortalezas que nós mesmos criamos, tais como: religiosidade, desânimo, comodismo, pecados, entre outras fortalezas criando um muro que nos impede de enxergar a gloria de Deus nos separam Dele, e nos tornam insensíveis a presença de Deus.
Davi chamou a atenção de Deus não por sua habilidade, nem por sua velocidade, nem por seus grandes feitos, mas sim por que constantemente buscava derrubar essas fortalezas através do arrependimento e quebrantamento, e da confiança.


Experimente a partir de hoje uma tática diferente, faça seu gigante correr ao se deparar com uma alma cheia de Deus. Temos que encarar nossos gigantes porem não precisamos enfrentar-los sozinhos, Deus esta conosco.


Veja que Davi não tem tantos sinais estrondosos em sua vida, o Mar vermelho não se abriu diante dele, e nem subiu em um redemoinho rodeado por uma carruagem de fogo, não houve Lázaros ressuscitando, porem Davi era um milagre ambulante.


Erga os olhos, matador de gigantes, o Deus que fez de Davi um milagre esta pronto para fazer o mesmo com você.


Leia mais : 






(João 10:14) - Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido. 










(João 14:21) - Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele. 




(Mateus 11:27) - Todas as coisas me foram entregues por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar. 


(João 14:26) - Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito. 


                           (João 8:32) - E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.



segunda-feira, 23 de abril de 2012

Street Dance


É uma "dança de rua" que possui movimentos fortes, rápidos, sincronizados, simétricos e/ou assimétricos de pernas, braços, ombros e cabeça. Estes movimentos são valorizados através da expressão facial e corporal bem trabalhadas, bem como na utilização de músicas específicas para sua prática, onde “batida forte” é a sua maior característica. Tem sido uma forma criativa de apresentar a mensagem bíblica através da dança.


Precisamos permitir que em nossos corações seja gerado o sonho de Deus: evangelismo. Pra isso, podemos usar os dons e talentos pra falar de forma criativa, alegre e ungida sobre o amor de Deus e a sua ação sobre a vida de cada ser humano.

   Deus tem restaurado a dança, esta arte tão preciosa. Podemos dançar sim em louvor ao nosso amado Deus. Salmo 150:4 nos ensina: "Louvai-O com adulfes e danças..."



A dança, como qualquer outra arte, se estiver fora dos propósitos de Deus, contribuirá para o mal. Mas, quando dentro de um propósito santo de adoração, toda arte é uma forma de expressão que o Pai recebe.

Neste espaço queremos contribuir para formação de ministérios firmes na palavra, que adorem ao Senhor em Espírito e em verdade, mas sabemos que, às vezes, faltam materiais técnicos.

O Que Deus Quer Nos Restituir?


1) Tempo. Joel 2:25 Restituir-vos-ei os anos (tempo) que foram consumidos... Quantos de nós quando convertemos dizemos; porque não nos convertemos antes? Perdemos tanto tempo! Alguns até se convertem cedo, mas não se atiram de cabeça nos projetos de Deus e esta reserva os faz perder tempo, outros ainda, não souberam operacionalizar uma vida de vitória em Deus. Desta maneira ficamos parados no tempo em relação aos projetos de Deus, tanto pessoalmente como toda a igreja do Senhor tem passado por este problema de roubo de tempo. Por 1200 anos a igreja tem perdido tempo, começou a recuperar o tempo em 1500, intensificou no último século e agora nestes dias Deus quer restituir ás pessoas e a igreja do tempo perdido liberando do seu poder como nunca aconteceu na terra, na restituição de Deus tudo aquilo que não foi feito será feito em menos tempo, por que o retrocesso que o diabo trouxe para o Corpo de Cristo se tornará o maior impulso que o corpo de Cristo terá, isto quer dizer que o que era feito em 10 anos agora demorará 1 ano, porque os recursos serão melhores, a unção será maior e é chegado o tempo do juízo do inimigo de Deus. Não podemos projetar nosso futuro baseado no nosso passado porque no passado fomos roubados e as coisas não renderam, mas no nosso futuro contaremos com a restituição de Deus desde agora.

2) Qualidade de vida. Deus quer restituir a saúde física, emocional e espiritual, o evangelho completo, pleno deve fazer parte de nossas vidas. Tiago 5: 14 Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e estes façam oração sobre ele, ungindo-o com óleo, em nome do Senhor. 15 E a oração da fé salvará o enfermo, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados. Prosperidade. Nestes tempos devemos desassociar humildade com pobreza, e verdadeiro serviço a Deus com voto de pobreza, Deus não tem intenção de que alguém se converta a Ele e se isole, mas sim quer ganhar cidades inteiras, 3João 1:2 Amado, acima de tudo, faço votos por tua prosperidade e saúde, assim como é próspera a tua alma. 2 Crônicas 26:5 Propôs-se buscar a Deus nos dias de Zacarias, que era sábio nas visões de Deus; nos dias em que buscou ao SENHOR, Deus o fez prosperar. 2 Crônicas 20:20 Crede no SENHOR, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos seus profetas e prosperareis. Alegria, Salmos 51:12, Restitui-me a alegria da tua salvação e sustenta-me com um espírito voluntário. Salmos 16:11 Tu me farás ver os caminhos da vida; na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente. O melhor desta terra. Isaías 1:19 Se quiserdes e me ouvirdes, comereis o melhor desta terra. Vida abundante, Jo 10:10b, eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. Até mesmo os cristãos têm sido impedidos de desfrutar uma vida plena, grande parte dos cristãos se não tem um problema tem outro, se desfrutam de benefícios em alguma área em outra tem sido roubado, é tempo de termos restituída a vida plena que Jesus nos prometeu.

3) Fé. Isaías 53:1 Quem creu em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do SENHOR? A falta de fé tem prendido as pessoas e a igreja, roubando sua esperança e as têm mantido em um presente onde apenas sobrevivem. Atos 5:15 a ponto de levarem os enfermos até pelas ruas e os colocarem sobre leitos e macas, para que, ao passar Pedro, ao menos a sua sombra se projetasse nalguns deles, este era o nível de fé que movia a igreja de atos dos os apóstolos e deve ser este ou um nível ainda maior de fé no nosso tempo, na restituição de Deus é ativada na igreja uma fé que desatará milagres, não somente pela fé dos que recebem, mas sim pela fé daqueles que dão e a medida da fé aumentará para entrar em um tempo de milagres. 


4) Nosso lugar por natureza. Adão foi colocado na terra com a missão de dominar e governá-la, todavia este domínio foi usurpado, roubado por satanás através do pecado que ele vendeu para Eva, em Cristo, Deus restituiu esta autoridade, mas poucos a usam, Efésios 2:6 e, juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus. Estar assentado com Cristo significa estar exercendo autoridade em nome de Jesus. No tempo da restituição, Deus devolve à nós, a sua Igreja, a natureza sobrenatural, isso quer dizer que será natural o sobrenatural para nós e o mundo que busca o sobrenatural o encontrará na Igreja.

5) Líderes com coração de Deus, Isaías 1:26 Restituir-te-ei os teus juízes, como eram antigamente, os teus conselheiros, como no princípio; depois, te chamarão cidade de justiça, cidade fiel. Jeremias 3:15 Dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, que vos apascentem com conhecimento e com inteligência. Estes líderes e pastores que Deus esta levantando trarão revelação de Deus, pois a falta de entendimento parou, ou tornou muito lento o estabelecimento do Reino de Deus, além disto prendeu em fortalezas e argumentos contrários a Deus, por isso na restituição o Senhor trará uma revelação maior, isso fará dela uma Igreja DETERMINADA, a semelhança da igreja primitiva, então se cumprirá a profecia que diz: Pois a terra se encherá do conhecimento da glória do SENHOR, como as águas cobrem o mar, Habacuque 2:14. Deus vai restituir liderança de sucesso para nós, aquilo que não alcançamos como líderes até agora, alcançaremos rapidamente pela restituição de Deus. Deus vai restituir líderes segundo seu coração para a igreja, pois muito tempo a igreja tem sido dirigida por motivações escusas nos corações de seus líderes a ponto de Deus dizer que “são pastores que se apascentam a si mesmos”, Ezequiel 34:2 e Judas 1:12. Deus vai restituir líderes aos verdadeiros pastores para que forme uma equipe campeã e estabeleça o Reino de Deus. Deus vai restituir líderes segundo seu coração para as cidades e nações para abençoar estes territórios e reverter todo o mal que satanás tem feito nestes lugares.